23/07/2016

Essa Tal Liberdade...


Ela tinha um dia inteiro pela frente, abriu os olhos e após o seu ritual matinal, caminhou até a praça.

Movida por um espírito de liberdade que a contagiou, tomou um sorvete e comeu pipoca, observou pássaros que passavam pelo céu e sentiu a brisa do vento matutino em seus cabelos.

Depois colocou os fones de ouvido e saiu para pedalar, ao som da música bem animada, ela pode cantar e se divertir na bicicleta que pediu emprestada na pracinha.

Sentindo o ar puro da pequena cidade em que morava, ela sabia que ali tinha tudo o que queria: seu gatinho, seus pais, sua irmã e o sobrinho que acabara de nascer, tinha paz, era livre e sentia-se livre, muito livre: livre para viver!

Sabia que era responsável pela sua vida e a conduzia da forma mais saudável possível, com boa alimentação, exercícios, alegria e todos os cuidados de higiene que se deve ter, livre do estresse e de coisas desnecessárias.

Sentia-se saudável e pronta para encarar qualquer coisa, a sensação de liberdade vinha justamente da vida que levava e disso ela não abria mão.

Agora, precisava voltar: devolver a bicicleta e ir para casa apaparicar seu sobrinho.

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